Dada a relevância do tema, a ECO promoveu, no passado dia 27 de junho, a conferência ‘Cibersegurança | Uma gestão de risco’, que decorreu no Salão Nobre da Câmara de Comércio e Indústria em Lisboa, reuniu representantes de grandes empresas nacionais e especialistas nacionais e internacionais em cibersegurança.

A sessão de abertura da conferência esteve a cargo do Coordenador do Centro Nacional de Cibersegurança.

‘Como é que as empresas se estão a preparar para enfrentar estes novos riscos? Que planos de ação para gerir estes ataques? Que capacidade para os prevenir e antecipar, e quais as ferramentas à disposição das empresas e das organizações?’, foram questões em debate.

José Alegria, Diretor de Cybersecurity  e Privacy da PT e Coordenador de Cybersecurity ao nível do Grupo Altice, foi orador convidado, e partilhou a visão, a experiência e o know-how da PT sobre a forma como as empresas e as instituições se deverão preparar para o impacto crescente das ciberameaças, e a importância de assegurarem as melhores normas e práticas que permitam responder de forma eficaz e pró-ativa a estas ameaças.

PT partilha conhecimento na conferência ‘Cibersegurança | Uma gestão de risco’

Conforme referiu José Alegria, “não é possível garantir a 100% a prevenção contra ciberataques, que são cada vez mais sofisticados e potencialmente agressivos. Mas é possível diminuir significativamente os seus impactos desde que se sigam algumas orientações:

  • Garantir backups de forma segura e com testes periódicos de reposição. Estes backups deverão, sempre que possível, residir numa plataforma tecnológica diferente dos ambientes mais comuns na empresa.
  • Assegurar que todos os desktops, laptops e servidores estão atualizados em termos de patches de segurança e assegurar igualmente que os diferentes antivírus estão sempre atualizados.
  • Todos os colaboradores deverão ter formação básica sobre como detetar “phishing” e outro tipo de ameaças dirigidas aos utilizadores. A segurança tem de começar nas pessoas que são e serão sempre o elo mais fraco.
  • As redes internas das empresas deverão ter uma segmentação adequada com mecanismos de proteção.
  • Há que garantir uma heterogeneidade mínima a nível tecnológico - se tudo for baseado na mesma tecnologia e ocorrer um ataque a essa tecnologia, toda a organização está, por definição, exposta.
  • Finalmente, dispor de mecanismos de resposta a incidentes de segurança para que, caso um ataque se materialize com sucesso, seja possível combatê-lo, contê-lo e eliminá-lo.”


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