O programa resulta de quase um ano de trabalho entre várias entidades com foco em quatro áreas: Agroindústria, Retalho, Turismo e Automóvel.

Líder no mercado das comunicações em Portugal e parceiro tecnológico de referência, a PT integrou o Comité Estratégico da Indústria 4.0, ao lado do próprio Ministério da Economia, Deloitte, Agência para a Competitividade e Inovação, Turismo de Portugal, Confederação Empresarial de Portugal, COTEC, Google, Siemens, Huawei, Bosh, Microsoft, Volkswagen e Compete.

PT apoia a revolução da indústria 4.0

Segundo Paulo Neves, “O objetivo era ter no Comité Estratégico um conjunto de empresas que tivesse uma posição de conhecimento aprofundado do setor. E a PT foi uma das empresas que, desde o princípio, participou e tem sido um parceiro ativo, não só no Comité Estratégico, como também nos grupos de trabalho, nas diferentes streams”.

“No fundo, a Indústria 4.0 é a digitalização dos diferentes setores e nada disso se faz sem tecnologia. Nós, somos um parceiro de referência nesta área”, sublinha Paulo Neves. “A PT está a contribuir para este processo, primeiro numa ótica da digitalização e ajuda na alteração de processos e também através de tecnologia. Temos soluções que utilizam a tecnologia para promover o desenvolvimento das várias áreas.” O Presidente Executivo dá como exemplo a área da agricultura, para a qual a PT disponibiliza uma solução com sensores que permite regar quando necessário.

PT apoia a revolução da indústria 4.0

Sobre a aposta da PT à indústria 4.0, revela que esta assume várias formas. Além de estar no cerne do debate no Comité Estratégico, a PT tem “através da Altice Labs, um centro de competências em Portugal com 700 engenheiros a pensar em tecnologias que vão suportar a digitalização de processos e tem, obviamente, aquela que é, eu diria, a componente mais visível para todos que são as redes de acesso".